23 de fev de 2012

Aproximando-se de Deus Pai com Confiança


A Bíblia diz que nosso relacionamento com Deus é como o de uma criança com um pai amoroso. João diz que Deus nos cobre com seu amor ao considerar-nos seus. Que poderoso exemplo de como sempre deveríamos nos aproximar do Pai celestial! Imagine uma criancinha pedindo algo ao pai, sabendo que lhe será concedido. Poderia haver alguma hesitação do filho ao pular nos braços do pai, ciente da segurança que encontra neles? Não haveria expectativa e esperança por parte desse filho à medida que as necessidades são comunicadas e satisfeitas?
Que paralelo podemos traçar com nossas atitudes diante de Deus? Raramente nos apresentamos a Deus alegres como uma criancinha. Talvez temamos aborrecê-lo com o mesmo pedido de sempre, pelo qual estamos orando há anos. Ou quem sabe temos medo de uma resposta negativa e não queremos desapontar. Ou talvez nos sintamos indignos de estar na presença divina por causa de uma área em que sabemos estar falhando.
Qualquer que seja a razão hesitamos em nos apresentar a Deus com confiança, embora saibamos por esses versículos que ele é um Deus bom que ouve nossos pedidos e cuida de nossas necessidades. Se o que estivermos pedindo for errado para nós, Ele vai avisar-nos. Se for certo, Ele nos concederá em seu tempo. Podemos confiar suficientemente Nela para apresentar-nos diante Dele como uma criança que é amada e aceita, que não pode imaginar receber senão bondade de Deus Pai.
“Esta confiança que temos ao nos aproximar de Deus; se pedirmos alguma coisa de acordo com a vontade de Deus, Ele nos ouvirá. E se sabemos que Ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que Dele pedimos” (1 João 5:14-15).
Um ótimo final de semana, reflitam no texto e que Deus abençoe a todos poderosamente.

Fonte : by Ronaldo Castilho

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16 de fev de 2012

Elias, a caminhada, a caverna e a voz de Deus

I Reis 19:9-18.


Eu disse que na caverna é onde encontramos com o pior e o melhor de nós mesmos. Lá está o que eu tenho de pior para conhecer e o que eu tenho de melhor para aflorar depois de passar por ela. Elias estava ali com seu medo, com seu orgulho espiritual, com suas manias. O que fazemos na caverna de nós mesmos? A quem esperamos? Muitos passam pela caverna sem esperar encontrar-se com Deus. Passam, melhoram em muitos pontos. O humanismo consegue – principalmente através da psicologia – resolver muitos das cavernas humanas de nós mesmos. Mas esperar Deus na caverna que é a parte mais interessante, mais rica. Deus vai mais profundo, onde não podemos ir. Ele nos conhece nas maiores profundidades que temos, nos lugares mais profundos do nosso inconsciente, detrás das portas do nosso ser. Ele abre nossa cozinha, nossas dispensas e porões da nossa existência. Ficamos imersos nesta revelação que vem em nossa mente para podermos nos conhecer melhor.
Quando Deus disse para Elias: “Sai da caverna, pois vou passar”, Elias esperava que Deus fizesse um grande milagre nele através da manifestação de poder que ele, Elias, estava acostumado. Quando ele vê um vento tão forte que despedaçava as pedras, ele pensou: Deus vai me curar agora, este vento vai soprar meus temores para o inferno. Mas Deus não estava no vento. De repente, depois do vento, um terremoto. Um terremoto é significativo porque ele mexe com tudo em volta de uma região; é uma figura perfeita para quem esperava que Deus mexesse milagrosamente em seu interior. Elias não estava acostumado com esta profundidade de Deus em fazer milagres ainda maiores, mexer nas partes profundas do seu ser. Assim Deus não estava no terremoto para decepção de Elias. Depois veio um fogo. Ah! Fogo eu conheço! Pode ter pensado Elias. Deus havia se manifestado no monte Carmelo com fogo na frente do Rei Acabe e de seus falsos profetas e do povo de Israel. Agora Deus vem! O fogo de Deus trouxe unção a ele para matar quatrocentos e cinquenta falsos profetas, porque não traria através do fogo o poder para transformá-lo nestes dias de dor, de solidão do deserto, de caminhada pensante fazendo em um retrospecto de sua jornada e de seus medos. Estava ali algo que Elias conhecia: o fogo de Deus. Mas também Deus não estava no fogo.
A quarta manifestação de Deus muitos não conhecem, por que às vezes não sabem que Deus age assim: é a manifestação da brisa suave. Nosso cristianismo hoje está voltado para as grandes manifestações de milagres e poder sobrenatural visível. Não acho errado que esteja, mas temos que ter sensibilidade para ver o outro lado, o lado melhor de Deus. É quando Deus mexe em nossas estruturas mais profundas, é a brisa. Ele não virá com grande manifestação de poder de ventos, terremotos e fogos. Ele vai mostrar-Se a você como uma brisa suave. A brisa é aquilo que mexe nos porões da existência, lá aonde nascem as águas de nossas emoções, sentimentos, racionalidade. O poder sobrenatural serve para nosso corpo, para nos libertarmos de situações difíceis, para operação de anjos em nosso favor e livrarmos, etc. A brisa não! A brisa de Deus vai mais profundo, onde tentamos esconder de nós e de Deus, ela é doce e dolorida ao mesmo tempo. Quando ela passa até parece um vento e um terremoto no início. Muitas coisas acontecem quando estamos na caverna e próximos da brisa, ficamos perdidos porque não temos mais as armas erradas do passado e nem temos agora as novas maneiras do novo agir. A brisa é suave, mais também é mais poderosa que o vento que despedaçava as rochas, porque ela despedaça a nós mesmos que somos as maiores muralhas já construídas na humanidade.
Elias coloca a capa no rosto. Quanto significativo é capa de Elias. É ela que era a autoridade de Deus na vida dele. Era a mesma capa que ele vai deixar para Eliseu, seu sucessor. Era a capa da autoridade profética. Elias sabia que não podia usar a capa para fugir da brisa. A capa era para ser usada com os seus semelhantes e não para ser usada para se esconder ou fugir de Deus. Mas este corajoso profeta que enfrentou seu pior inimigo que era a si mesmo, em uma atitude de humildade perante o Todo Poderoso que pode nos mudar, usa a capa para tampar seu rosto diante de tal glória e poder, que os homens não resistem quando as vê. Elias não usa sua autoridade profética para fugir de suas dores, mas sim, usa para estar junto às palavras do Seu Deus compreensivo, amoroso e cheio de Graça, é como se ele dissesse: “Fala ai meu Deus, somente Tu tens as palavras desta vida”, como Pedro disse a Jesus séculos posteriormente.
A partir daí a vida do profeta modifica-se, Deus dá uma direção a ele para ungir três pessoas que farão o trabalho que sozinho Elias fazia: Hasael Rei da Síria que vai enfraquecer Israel, Jeú que futuramente será Rei em Israel e vai fazer uma reforma e Eliseu seu sucessor no manto profético.
Elias volta em sua caminhada de volta, agora conhecendo muito mais profundamente a Deus e, consequentemente, a si mesmo. Este é o caminho dos vencedores que não temem as cavernas, pois são nelas que renascemos para a nobre missão de nossas vidas: estarmos livres para amar e espalhar o amor de Deus a todos.
Paz,
Silvério Peres.

No tocante a palvra de Deus em ritimo de louvor..é uma pregação cantada como adoração a Deus musica muito linda que tem o conteudo da palavra de Deus...Maravilha! GLÓRIAS a DEUS!!!

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15 de fev de 2012

Diferença Entre Casa e Lar


“Com a sabedoria edifica-se a casa, e com a inteligência ela se firma, pelo conhecimento se encherão as câmaras de toda a sorte de bens preciosos e deleitáveis.” (Pv 24.3-4)

Casa é lugar para a gente morar. Lar é o espaço que existe para a gente viver, desfrutar e construir a energia que vai gerar a nossa vida

Casa é uma construção de cimento e tijolos.
Lar é uma construção de valores e princípios.

Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio…
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.

Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.

O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.

Numa casa criamos e alimentamos problemas.
O lar é o centro de resolução de problemas.

Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam.

Casa é local de dissensões, conflitos, discórdia…
No lar as dissensões, os conflitos, existindo, servirão para esclarecer e engrandecer.

Numa casa desdenha-se dos nossos valores.
No lar sonhamos juntos.

Numa casa há azedume e destrato.
Num lar sempre há lugar para a alegria.

Numa casa nascem muitas lágrimas.
Num lar plantam-se sorrisos.

A casa é um nó que oprime, sufoca…
O lar é um ninho que aconchega.

Fácil viver num lar? Até é, se a gente souber se posicionar e ter a sabedoria de entender que a vida é uma troca de experiências e que o que não gosto no outro preciso aprender a aceitar e assim evoluir. No lar precisamos usar as desavenças e os conflitos como combustíveis de nosso crescimento pessoal. Ninguém que olha para a mesma direção vê e sente a mesma coisa. Somos singulares.

Se você ainda mora em uma casa, nós o (a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar e que Jesus seja sempre o seu convidado especial.

Texto de: Abigail Guimarães (inspirada numa reflexão de Alba Magalhães David)
Postado por Julimar Murat

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8 de fev de 2012

Quando Jesus Aparece nas Coisas Comuns


Hoje é um dia comum.
Uma manhã comum.
Um raiar de sol comum.
Muitos se levantam e vão para seus trabalhos comuns, mas nem tudo é tão comum para todo mundo.
Deixe-me levá-lo a uma cidade ao sudeste de Nazaré chamada Naim, onde o comum passou à distância e o milagre passou por perto.
Jesus sempre foi uma pessoa comum.
Seu nome era comum, pois o nome Jesus era tão popular quanto Antônio ou Francisco nos dias de hoje.
Sua vida era uma vida comum nos fundos de uma carpintaria, e tão pacata que ele poderia tirar uma soneca logo após o almoço.
Jesus tinha amigos comuns, pais comuns, morava em uma casa comum em um mundo totalmente comum.
Até que um dia Jesus foi convidado para um casamento comum.
Lá, como não era comum, faltou vinho.
“Eles não têm mais vinho” disse Maria, a mãe de Jesus.
Então Jesus, das coisas comuns, fez o que não era comum às pessoas fazerem. Ele virou água em vinho.
Incomum? Sem dúvida.
Mas não é isso que Jesus adora fazer?
Não foi isso que ele fez na cidade de Naim?
Enquanto uma mulher contemplava o rosto pálido e frio de seu filho em um esquife, ela chorava.
Ela tinha amado aquele filho com todo amor que uma pessoa pode ter por outra.
Durante nove meses ela o carregou em seu ventre, seguro, aquecido e amado.
Durante meses ela agüentou dores nas costas, noites mal dormidas, enjoou da sua comida favorita, deixou de usar seus vestidos mais charmosos.
Durante meses ela viu a mudança em seu corpo e em sua vida.
Mas ela amou cada minuto. Ela amou cada chute em sua barriga, e depois cada fralda trocada, cada noite de sono perdido e tardes explicando a tarefa escolar.
Ela amou o seu filho com todas as suas qualidades e defeitos.
Ela o amou e nada mais.
Porque o que ela tinha era ele e nada mais.
Agora aquele sorriso acabou, aquele brilho no olhar se extinguiu, aquela voz suave silenciou, porque aquele filho morreu.
Durante todo esse tempo ela o acompanhou em sua vida e agora ela ia acompanhá-lo em sua morte.
Lucas, que escreveu sobre aquele momento diz “...Estava saindo o enterro do filho único de uma viúva...”.
O que estava sendo carregado para o sepulcro naquele dia era muito mais do que seu filho, era seu protetor, seu provedor e sua linhagem.
Era tudo que ela tinha, e tudo que ela podia esperar que teria nesta vida.
Para quem observava a passagem daquele cortejo funeral, era um dia comum, um momento comum, um funeral comum.
Mas não ia ficar assim por muito tempo.
Lucas conta “Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: ‘Não chore’.”
Você diria isso para uma mãe que acabara de perder seu único filho?
- “Não chore.”
Você ousaria dizer estas palavras para um pai que acabara de perder sua família em um acidente?
Você teria coragem de ir a um cemitério e dizer às pessoas para não chorarem?
Creio que não.
E nem eu.
Mas, Jesus virou para o corpo daquele filho e disse “Jovem, eu lhe digo, levante-se!” O filho morto sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou à sua mãe.
Espere aí!
Morto não se senta e nem tampouco conversa com alguém.
Comum?
Pode apostar que não.
O incomum?
Ele se chama “Jesus”.
Temos um Jesus comum, mas que se faz incomum para chamar a sua atenção.
Não foi isso que ele fez no casamento na Galiléia?
Não foi isso que ele fez com a viúva de Naim?
E com Lázaro, com o cego de Jericó, com a mulher adúltera, com Pedro andando sobre as águas e o mais incomum de todas as coisas – no Calvário quando o único filho de Deus foi morto por sua própria criação.
Comum?
Não.
Jesus não foi comum quando se tratava de amor.
O amor dele é fora deste mundo.
É além da eternidade.
É mais poderoso que a própria morte.
E o que fazer quando o carpinteiro aparecer nas coisas que parecem comuns?
Sorria.
Pois, é em lugares assim, que um carpinteiro chamado Jesus gosta de aparecer.
de Carlos Eduardo Félix
A Ressurreição do filho da viuva de Naim (Lucas 7-11,17)

Fonte >>>>>>> Por uma vida melhor.

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4 de fev de 2012

Propósito de Deus

Ele era um pastor e estava acostumado a aconselhar seus fiéis a manter a fé em épocas de dificuldades. “Deus sempre tem um plano. Confiem na vontade Dele.”
Um dia, após o culto, dirigindo-se para casa, percebeu que uma de suas vizinhas, uma senhora de 78 anos, estava envolvida em um acidente de carro.Parou para ajudar.
De repente, um carro em alta velocidade o colheu e o esmagou de encontro ao veículo da senhora mesma que ele socorria.Ele sentiu sua perna explodir em dor.
Ficou se contorcendo no asfalto até ser socorrido.A próxima cena que lhe ficaria na memória seria a do cirurgião colocando-lhe um papel entre as mãos e lhe pedindo para assinar. Era a autorização para amputar sua perna. Não havia outra solução.
Nos dias que se seguiram, as cirurgias haveriam de se suceder, num total de sete em dez dias. Uma grande tortura.
Era uma injustiça, dizia para si mesmo. Tudo por causa de um indivíduo que dirigia embriagado e ao qual o máximo que podia acontecer seria uns oito meses de prisão.
Quanto a ele, era um mapa de cicatrizes. Ele planejara se casar, ter filhos. Quem o amaria daquele jeito? Como algo tão terrível podia acontecer? Ele tinha um pouco mais de trinta anos e a princípio toda uma vida pela frente.
Quando se lamentava, palavras que ele sempre dizia aos seus fiéis lhe martelavam a mente: “Deus tem seus motivos. Mantenha sua fé.”
Ele foi manchete embora não desejasse: “pastor perde a perna ao salvar mulher em acidente de carro.”
Sua história emocionou muitas outras pessoas mas, em especial uma jovem que resolveu visitá-lo no próprio hospital.
“Li a reportagem”, disse ela, “e precisava lhe dizer o que a sua história fez por mim. Mudou meu ponto de vista sobre o que estou fazendo de minha vida e me alertou a reatar meu relacionamento com Deus.”
Enquanto ela falava, ele, pela primeira vez desde que adentrara o hospital, esquecera-se da própria dor. Perguntou-lhe se ela freqüentava alguma igreja e o diálogo prosseguiu.
Ele teve necessidade de se submeter à fisioterapia e reaprender a andar com uma perna artificial. Foram muitas quedas. De cada uma, ele se levantava mais forte. Menos de um ano depois casaram-se.
Enquanto feliz apertava a mão da esposa, o pastor lembrou-se das palavras do livro bíblico: “dois são melhores do que um. Se um deles cai, o outro poderá ajudá-lo. Mas pobre do homem que cai e não tem ninguém para ajudá-lo a se levantar.”
Ele tinha certeza agora, mais do que nunca, que os planos de Deus são infalíveis e que suas disposições são sempre corretas e justas.
O amor de Deus é infinito e igualmente Sua justiça. Ele nada faz que não tenha um objetivo definido, embora nem sempre o homem possa perceber de imediato.
Cabe-nos, no entanto, analisar tudo que nos sucede com bom senso, na certeza de que o aparente mal que nos atinge é sempre oportunidade de crescimento.

Fonte:Estudos Cristãos

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Minha família : Eu e minha casa serviremos ao Senhor

Minha família : Eu e minha casa serviremos ao Senhor
"Os que vencem não são aqueles que ajuntam maior números de bens.São os que amaram a família e conheceram a alegria de ver esse amor ser retribuído. São aqueles que souberam o que significa dedicar a vida a um propósito maior do que a si mesmo. São os que conheceram a Deus e esperam ansiosamente pela eternidade com Ele."

Que tal combatermos a violência ao animal?

Que tal combatermos a violência ao animal?

Nosso único adorador :

Nosso único adorador :

Caraguatatuba - Litoral Norte Paulista

Caraguatatuba - Litoral Norte Paulista
Caraguá é do Senhor Jesus!

Reflita nisso...

"Você mesmo, em sua própria consciência, precisa sentir o próprio Cristo.
Você precisa ter convicção de que é a Palavra de Deus, mesmo que todo o mundo discorde.
E, enquanto você não possuir este sentimento, certamente não terá ainda provado a Palavra de Deus."
Martinho Lutero