30 de mai. de 2012

O poder da oração

“A oração intercessória é o banho purificador no qual o indivíduo e a comunidade devem entrar todos os dias”(D. Bonhoeffer)
“A oração é o banho íntimo de amor no qual a alma mergulha” (João Vianney)
A falta de oração revela uma crise de afetividade!
Através do modelo de oração que Cristo nos deixou, em Mateus 6.9, assumimos as seguintes posições:
ORAÇÃO                                              POSIÇÃO
Pai nosso Filho
Santificado seja o teu nome Adorador
Venha Teu Reino  Súdito
Seja Feita a tua vontade Servo
O pão nosso de cada dia dá-nos Dependente
Perdoa-nos Pecador
Não nos deixe cair Fraco

Para orar é necessário que tenhamos amor em nosso coração:
“É o coração que ora, é a voz do coração que Deus ouve, e é ao coração que ele responde” (Jean Nicholas Grou)
“Ora bem quem ama bem” (Samuel Coleridge)
O que acontece quando oramos:
É gerada em nós gratidão à Deus (1 Cr 29.14)
Descobrimos os tesouros de Deus (Cl 2.1-3)
Bênçãos são liberadas  (Jo 15.7)

“...porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5.5)
Amor: agape  está focado mais na natureza daquele que ama do que no mérito daquele que é amado.
Ame mais a Deus e as pessoas por meio também de suas orações!

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15 de mai. de 2012

Para refletir....


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19 de abr. de 2012

Devocional- Agente Transformador‏

O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura em todas as gerações. Salmos 145:13

Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. Hebreus 13:8



Clame pela presença do Reino de Deus em sua vida , se você está passando por situações difíceis, clame pelo Reino na sua casa , no seu trabalho , em todos os ambientes que
frequentar , peça para Deus para que você seja um agente transformador de atmosfera , onde você entrar que a Luz Resplandeça ,como isso ?

Com um bom testemunho , com boas atitudes , com bons comportamentos , não se irando , mas sempre trazendo e buscando a presença doce do Espirito Santo . Jesus levava
a paz em todos os lugares que ía ,que isso seja tambem em nossas vidas . Jesus sabia quem era e sabia quem era seu Pai, Ele foi Fiel até a morte , morte na cruz, temos que
saber quem somos , pois se somos do Senhor somos filhos amados e salvos por aquele que já fez tudo por nós, se entendemos isso tudo se transforma.

Passamos por dificuldades e muitas vezes achamos que é o fim do mundo o que estamos vivendo , temos que aprender a olhar para Jesus e ter fé , e enchergar que Ele sofreu
muito mais por nós , que nossos problemas não são nada. Jesus é o mesmo Ele não mudou , sejamos seguidores de Cristo e vivamos em alegria , sendo agentes transformado-
res , levando Paz , Amor , Fé , Esperança e Alegria aqueles que ainda não conhecem o Senhor . Amé m




Fonte JANE CHAGAS

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7 de abr. de 2012

Foi lá na cruz que provaste o teu amor pr mim JESUS!

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Em meio a multidão Jesus olha‏

E, VENDO AS MULTIDÕES, (JESUS) TEVE GRANDE COMPAIXÃO DELAS, PORQUE ANDAVAM CANSADAS E DESGARRADAS,
COMO OVELHAS QUE NÃO TÊM PASTOR. MATEUS 9:36



Quantos se sentem hoje cansados , fadigados , desanimados e com a fé abalada devido as dificuldades?
Temos que buscar olhar para Jesus somos milhares de pessoas (multidão), porém mesmo sendo milhares
Jesus nos vê , você pode até estar pensando assim: Mas o meu problema não muda, parece que Deus não
me ouve, parece que o céu ficou de bronze e minha oração não sobe.
Pois saiba que Jesus ouve , olha , sente , e tem grande compaixão por todos nós. Acredite que Jesus
esta trabalhando em silêncio, lembre-se que Jesus é nosso soberano e bom Pastor.
Ele já tem tudo planejado Ele sabe até quando vacilamos e quando acertamos o alvo, então , hoje ore ao
Senhor entregue tudo para Ele, continue caminhando não olhe para trás , mas caminhe com Jesus , peça
direção a Ele, conte seus problemas para Ele, peça conselhos para Ele e segure na sua mão mesmo não a
vendo . Deixe Deus trabalhar em você e em seu coração , se renda , solte as rédias deixe Ele conduzir.

Que você possa celebra a morte e ressurreição de Jesus e saber que na cruz Ele levou sobre si todos os
nossos pecados , nossas dores , busque , clame e receba a cura , a provisão e as porções de fé.



Fonte :
JANE CHAGAS

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28 de mar. de 2012

Oração – Um encontro com Deus


Somos feitos para o encontro com Deus. Deus sempre dá o primeiro passo e se coloca próximo de nós. Ele nos dá momentos de encontro e aproximação. Cada um tem sua hora e sua oportunidade.

Deus se coloca a nossos pés nos concedendo a opção de iniciar uma relação de intimidade, nada mais nada menos, do que com o próprio Deus. (Jo 13,1-16)

Orar é aceitar e aprender a construir uma relação particular feita na medida das duas pessoas que tomam parte dela: Você e Deus. É necessário se conhecer bem para poder se compreender, e isso requer tempo, espaço, expressão, e estilo de vida.

Requer-se um longo processo de adaptação mútua e continua para chegar a compreender a linguagem e o modo de ser do outro. Sendo assim, na oração Deus nos coloca um intermediador que nos garante uma proximidade sem limites que é Jesus, que é um mistério incompreensível de como o Mestre se relaciona conosco a partir disso. Quanto a nós, colocamos toda nossa fragilidade humana e espiritual, cada ponto do nosso ser deve ser retratado com fidelidade em uma oração profunda.

Nós não inventamos uma maneira de se relacionar com Deus, devemos aprender que é Jesus que nos ensina isso ao lermos os Evangelhos repetidas vezes. Devemos compreender que o homem chega a sua plenitude fazendo uma aliança e história de vida com Deus mediante Cristo.

Cristo nesse trajeto de oração é o nosso companheiro que é fiel, compassivo, honesto, próximo e o mais importante é Aquele que nos conhece mais que nós mesmos e ama a cada um de nós de forma sem igual.

Assim, quando decidimos crer e orar, ou orar e crer, estamos dando um passo nessa direção de uma amizade com Deus de forma livre e desimpedida. Portanto, devemos mergulhar nesse canal de comunicação com Deus e saber que o amor é capaz de sustentar toda nossa vida pela oração que nos aproxima de Deus e suas bênçãos.

Para meditar:

1 Samuel 3,1-19 – Escutar a Deus

Jeremias 20,7-9 – Não resistir

Lucas 24,13-35 – Reconhecer Jesus caminhando conosco

Lucas 1, 26-38 - Confiar mesmo quando não se compreende

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20 de mar. de 2012

O Real encontro com Deus

Todos nós cristãos conhecemos o nosso herói na fé que foi Abraão, que saiu da sua terra entre a sua parentela, para um lugar onde ele não imaginava ir. Obedecendo a voz do Senhor ele vai. É uma maravilhosa historia a qual não canso de ler e ouvir, e sempre aprendo quando leio sobre Abraão. Era Abrão da idade de noventa e nove anos quando ele teve o seu nome mudado para Abraão. Você já observou que todos aqueles que tiveram um encontro real com Deus obedecendo a sua palavra, todos Deus mudava o nome como também a sua vida e sua história?.
Não foi diferente com o Isaque não era bastante ser filho de Abraão para obter benção embora Deus tenha sido fiel por amor a Abraão, mas Deus também lhe diz:Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas , porque eu sou contigo..Gênesis 26:24..
E Isaque foi fiel como o seu pai Abraão tendo também o seu encontro pessoal com Deus.
E Jacó? O que aconteceu? Embora fosse neto de Abraão também com benção garantida por Deus a seu avô,e ao seu pai não foi o suficiente.Teve Jacó um encontro pessoal que mudou sua história e também o seu nome. Então, disse: Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel, pois como príncipe, lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste. Gênesis 32:28.
O que dizer de Saulo, o perseguidor, enquanto caminhava para atacar os crentes em seu belo cavalo? Que também teve o seu nome mudado para Paulo após um encontro pessoal com o Senhor?. Atos 9:4.
Não é bastante ser filho de crente, neto de crente, amigo pessoal de crente, falar o que Deus fez pelos seus pais, seus avôs ou seus conhecidos. Observe que cada um destes heróis da bíblia tiveram uma historia pessoal com Deus, não bastavam só pertencer a família carnal mais todos demonstravam uma comunhão real com Deus.
Por muito tempo fui filho de crente, não cansava de contar o que Deus fizera pelos meus pais. Freqüentava, sempre, regulamente a escola dominical e não perdia um só culto.
Mas foi preciso bem mais do que isto em minha vida, eu tive um encontro pessoal com Deus a ponto de ter a minha historia mudada, os meus atos, pensamentos, atitudes. Agora não só falo o que Deus fez aos meus pais, mas o que ele fez por mim. Eu louvo a Deus por esse encontro. Assim como ouvi da minha mãe falar que Deus não tem neto e sim filho, hoje não canso de falar aos meus filhos que tenha este encontro, pois Deus não tem netos e sim filhos.
Não basta freqüentar uma denominação, ter o nome entre o rol de membros, é preciso bem mais do que isto, é preciso ter um encontro pessoal com Deus e ter a historia mudada. Não basta falar o que Deus fez pelo outros e sim o que ele fez por você ou fará. É algo pessoal como falei.
O que Deus tem feito na sua vida?
Que possamos falar em nossas orações.
Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó, Deus de Antonio, Maria, José, Josiel...
Tenha hoje você um encontro real com o seu Deus, e entre para a historia..


Por Josiel Dias

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4 de mar. de 2012

O Deus Que Conhece Seu Nome


Ele chama as Suas ovelhas pelo nome. João 10:3

O ouvido humano está finamente sintonizado para captar especialmente dois sons: o som de uma moeda caindo no chão e nosso próprio nome. Você pode estar numa sala cheia de gente, com aquele vozerio e burburinho, mas se seu nome for falado, você vai identificar facilmente. Não existe nada tão pessoal como nosso nome. Se escuto meu nome, paro e procuro descobrir de onde veio a voz.

Você já esteve às seis da tarde em alguma estação do metrô de São Paulo? Ou na Rua 25 de Março, no mês de dezembro? Já assistiu a reportagens mostrando a saída da multidão de um grande estádio? Vemos apenas o povo, a multidão, um grupo de humanos. Mas, para Jesus, cada rosto é diferente. Cada rosto tem sua história. Cada um é Seu filho. Cada um tem nome. Ele não chama: “Pessoal, sigam-Me!” Ele nos chama individualmente.
Pense agora por um momento: seu nome é pronunciado pelos lábios de Deus! E não somente isso, mas também tem seu nome escrito nas mãos dEle! “Veja, Eu gravei você nas palmas das Minhas mãos” (Is 49:16). Isaías se lembrava de que muitos marinheiros tinham o nome daquelas pessoas a quem amavam em diversas partes do corpo. Nosso nome está gravado nas mãos de Deus. O acesso é mais fácil e rápido do que qualquer clique de computador. Apenas um movimento na mão e ali está o seu nome, o meu nome.

Jesus, como bom Pastor, conhece pelo nome cada ovelha do Seu rebanho. O jornalista Tim Laniek perguntou a um pastor de ovelhas se ele realmente conhecia as ovelhas. O pastor respondeu: “Eu sei o ano em que nasceram, as circunstâncias do nascimento, se fraturaram alguma pata, a que doenças são mais suscetíveis, que animal mais temem; conheço o temperamento de cada uma; se costumam se desgarrar do rebanho, etc.”
Não podemos imaginar Jesus, como nosso bom Pastor, nos conhecer menos do que isso. Ele também conhece as circunstâncias do seu nascimento, como seus pais o trataram, e como está seu coração agora.

“Jesus nos conhece individualmente, e comove-Se ante nossas fraquezas. Conhece-nos a todos por nome. Sabe até a casa em que moramos, o nome de cada um dos moradores. Tem por vezes dado instruções a Seus servos para irem a determinada rua, em certa cidade, a uma casa designada, a fim de encontrar uma de Suas ovelhas”.
Como é bom ter a certeza de que Jesus sabe nosso nome!

Fonte: Por uma vida melhor.

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23 de fev. de 2012

Aproximando-se de Deus Pai com Confiança


A Bíblia diz que nosso relacionamento com Deus é como o de uma criança com um pai amoroso. João diz que Deus nos cobre com seu amor ao considerar-nos seus. Que poderoso exemplo de como sempre deveríamos nos aproximar do Pai celestial! Imagine uma criancinha pedindo algo ao pai, sabendo que lhe será concedido. Poderia haver alguma hesitação do filho ao pular nos braços do pai, ciente da segurança que encontra neles? Não haveria expectativa e esperança por parte desse filho à medida que as necessidades são comunicadas e satisfeitas?
Que paralelo podemos traçar com nossas atitudes diante de Deus? Raramente nos apresentamos a Deus alegres como uma criancinha. Talvez temamos aborrecê-lo com o mesmo pedido de sempre, pelo qual estamos orando há anos. Ou quem sabe temos medo de uma resposta negativa e não queremos desapontar. Ou talvez nos sintamos indignos de estar na presença divina por causa de uma área em que sabemos estar falhando.
Qualquer que seja a razão hesitamos em nos apresentar a Deus com confiança, embora saibamos por esses versículos que ele é um Deus bom que ouve nossos pedidos e cuida de nossas necessidades. Se o que estivermos pedindo for errado para nós, Ele vai avisar-nos. Se for certo, Ele nos concederá em seu tempo. Podemos confiar suficientemente Nela para apresentar-nos diante Dele como uma criança que é amada e aceita, que não pode imaginar receber senão bondade de Deus Pai.
“Esta confiança que temos ao nos aproximar de Deus; se pedirmos alguma coisa de acordo com a vontade de Deus, Ele nos ouvirá. E se sabemos que Ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que Dele pedimos” (1 João 5:14-15).
Um ótimo final de semana, reflitam no texto e que Deus abençoe a todos poderosamente.

Fonte : by Ronaldo Castilho

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16 de fev. de 2012

Elias, a caminhada, a caverna e a voz de Deus

I Reis 19:9-18.


Eu disse que na caverna é onde encontramos com o pior e o melhor de nós mesmos. Lá está o que eu tenho de pior para conhecer e o que eu tenho de melhor para aflorar depois de passar por ela. Elias estava ali com seu medo, com seu orgulho espiritual, com suas manias. O que fazemos na caverna de nós mesmos? A quem esperamos? Muitos passam pela caverna sem esperar encontrar-se com Deus. Passam, melhoram em muitos pontos. O humanismo consegue – principalmente através da psicologia – resolver muitos das cavernas humanas de nós mesmos. Mas esperar Deus na caverna que é a parte mais interessante, mais rica. Deus vai mais profundo, onde não podemos ir. Ele nos conhece nas maiores profundidades que temos, nos lugares mais profundos do nosso inconsciente, detrás das portas do nosso ser. Ele abre nossa cozinha, nossas dispensas e porões da nossa existência. Ficamos imersos nesta revelação que vem em nossa mente para podermos nos conhecer melhor.
Quando Deus disse para Elias: “Sai da caverna, pois vou passar”, Elias esperava que Deus fizesse um grande milagre nele através da manifestação de poder que ele, Elias, estava acostumado. Quando ele vê um vento tão forte que despedaçava as pedras, ele pensou: Deus vai me curar agora, este vento vai soprar meus temores para o inferno. Mas Deus não estava no vento. De repente, depois do vento, um terremoto. Um terremoto é significativo porque ele mexe com tudo em volta de uma região; é uma figura perfeita para quem esperava que Deus mexesse milagrosamente em seu interior. Elias não estava acostumado com esta profundidade de Deus em fazer milagres ainda maiores, mexer nas partes profundas do seu ser. Assim Deus não estava no terremoto para decepção de Elias. Depois veio um fogo. Ah! Fogo eu conheço! Pode ter pensado Elias. Deus havia se manifestado no monte Carmelo com fogo na frente do Rei Acabe e de seus falsos profetas e do povo de Israel. Agora Deus vem! O fogo de Deus trouxe unção a ele para matar quatrocentos e cinquenta falsos profetas, porque não traria através do fogo o poder para transformá-lo nestes dias de dor, de solidão do deserto, de caminhada pensante fazendo em um retrospecto de sua jornada e de seus medos. Estava ali algo que Elias conhecia: o fogo de Deus. Mas também Deus não estava no fogo.
A quarta manifestação de Deus muitos não conhecem, por que às vezes não sabem que Deus age assim: é a manifestação da brisa suave. Nosso cristianismo hoje está voltado para as grandes manifestações de milagres e poder sobrenatural visível. Não acho errado que esteja, mas temos que ter sensibilidade para ver o outro lado, o lado melhor de Deus. É quando Deus mexe em nossas estruturas mais profundas, é a brisa. Ele não virá com grande manifestação de poder de ventos, terremotos e fogos. Ele vai mostrar-Se a você como uma brisa suave. A brisa é aquilo que mexe nos porões da existência, lá aonde nascem as águas de nossas emoções, sentimentos, racionalidade. O poder sobrenatural serve para nosso corpo, para nos libertarmos de situações difíceis, para operação de anjos em nosso favor e livrarmos, etc. A brisa não! A brisa de Deus vai mais profundo, onde tentamos esconder de nós e de Deus, ela é doce e dolorida ao mesmo tempo. Quando ela passa até parece um vento e um terremoto no início. Muitas coisas acontecem quando estamos na caverna e próximos da brisa, ficamos perdidos porque não temos mais as armas erradas do passado e nem temos agora as novas maneiras do novo agir. A brisa é suave, mais também é mais poderosa que o vento que despedaçava as rochas, porque ela despedaça a nós mesmos que somos as maiores muralhas já construídas na humanidade.
Elias coloca a capa no rosto. Quanto significativo é capa de Elias. É ela que era a autoridade de Deus na vida dele. Era a mesma capa que ele vai deixar para Eliseu, seu sucessor. Era a capa da autoridade profética. Elias sabia que não podia usar a capa para fugir da brisa. A capa era para ser usada com os seus semelhantes e não para ser usada para se esconder ou fugir de Deus. Mas este corajoso profeta que enfrentou seu pior inimigo que era a si mesmo, em uma atitude de humildade perante o Todo Poderoso que pode nos mudar, usa a capa para tampar seu rosto diante de tal glória e poder, que os homens não resistem quando as vê. Elias não usa sua autoridade profética para fugir de suas dores, mas sim, usa para estar junto às palavras do Seu Deus compreensivo, amoroso e cheio de Graça, é como se ele dissesse: “Fala ai meu Deus, somente Tu tens as palavras desta vida”, como Pedro disse a Jesus séculos posteriormente.
A partir daí a vida do profeta modifica-se, Deus dá uma direção a ele para ungir três pessoas que farão o trabalho que sozinho Elias fazia: Hasael Rei da Síria que vai enfraquecer Israel, Jeú que futuramente será Rei em Israel e vai fazer uma reforma e Eliseu seu sucessor no manto profético.
Elias volta em sua caminhada de volta, agora conhecendo muito mais profundamente a Deus e, consequentemente, a si mesmo. Este é o caminho dos vencedores que não temem as cavernas, pois são nelas que renascemos para a nobre missão de nossas vidas: estarmos livres para amar e espalhar o amor de Deus a todos.
Paz,
Silvério Peres.

No tocante a palvra de Deus em ritimo de louvor..é uma pregação cantada como adoração a Deus musica muito linda que tem o conteudo da palavra de Deus...Maravilha! GLÓRIAS a DEUS!!!

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15 de fev. de 2012

Diferença Entre Casa e Lar


“Com a sabedoria edifica-se a casa, e com a inteligência ela se firma, pelo conhecimento se encherão as câmaras de toda a sorte de bens preciosos e deleitáveis.” (Pv 24.3-4)

Casa é lugar para a gente morar. Lar é o espaço que existe para a gente viver, desfrutar e construir a energia que vai gerar a nossa vida

Casa é uma construção de cimento e tijolos.
Lar é uma construção de valores e princípios.

Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio…
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.

Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.

O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.

Numa casa criamos e alimentamos problemas.
O lar é o centro de resolução de problemas.

Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam.

Casa é local de dissensões, conflitos, discórdia…
No lar as dissensões, os conflitos, existindo, servirão para esclarecer e engrandecer.

Numa casa desdenha-se dos nossos valores.
No lar sonhamos juntos.

Numa casa há azedume e destrato.
Num lar sempre há lugar para a alegria.

Numa casa nascem muitas lágrimas.
Num lar plantam-se sorrisos.

A casa é um nó que oprime, sufoca…
O lar é um ninho que aconchega.

Fácil viver num lar? Até é, se a gente souber se posicionar e ter a sabedoria de entender que a vida é uma troca de experiências e que o que não gosto no outro preciso aprender a aceitar e assim evoluir. No lar precisamos usar as desavenças e os conflitos como combustíveis de nosso crescimento pessoal. Ninguém que olha para a mesma direção vê e sente a mesma coisa. Somos singulares.

Se você ainda mora em uma casa, nós o (a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar e que Jesus seja sempre o seu convidado especial.

Texto de: Abigail Guimarães (inspirada numa reflexão de Alba Magalhães David)
Postado por Julimar Murat

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8 de fev. de 2012

Quando Jesus Aparece nas Coisas Comuns


Hoje é um dia comum.
Uma manhã comum.
Um raiar de sol comum.
Muitos se levantam e vão para seus trabalhos comuns, mas nem tudo é tão comum para todo mundo.
Deixe-me levá-lo a uma cidade ao sudeste de Nazaré chamada Naim, onde o comum passou à distância e o milagre passou por perto.
Jesus sempre foi uma pessoa comum.
Seu nome era comum, pois o nome Jesus era tão popular quanto Antônio ou Francisco nos dias de hoje.
Sua vida era uma vida comum nos fundos de uma carpintaria, e tão pacata que ele poderia tirar uma soneca logo após o almoço.
Jesus tinha amigos comuns, pais comuns, morava em uma casa comum em um mundo totalmente comum.
Até que um dia Jesus foi convidado para um casamento comum.
Lá, como não era comum, faltou vinho.
“Eles não têm mais vinho” disse Maria, a mãe de Jesus.
Então Jesus, das coisas comuns, fez o que não era comum às pessoas fazerem. Ele virou água em vinho.
Incomum? Sem dúvida.
Mas não é isso que Jesus adora fazer?
Não foi isso que ele fez na cidade de Naim?
Enquanto uma mulher contemplava o rosto pálido e frio de seu filho em um esquife, ela chorava.
Ela tinha amado aquele filho com todo amor que uma pessoa pode ter por outra.
Durante nove meses ela o carregou em seu ventre, seguro, aquecido e amado.
Durante meses ela agüentou dores nas costas, noites mal dormidas, enjoou da sua comida favorita, deixou de usar seus vestidos mais charmosos.
Durante meses ela viu a mudança em seu corpo e em sua vida.
Mas ela amou cada minuto. Ela amou cada chute em sua barriga, e depois cada fralda trocada, cada noite de sono perdido e tardes explicando a tarefa escolar.
Ela amou o seu filho com todas as suas qualidades e defeitos.
Ela o amou e nada mais.
Porque o que ela tinha era ele e nada mais.
Agora aquele sorriso acabou, aquele brilho no olhar se extinguiu, aquela voz suave silenciou, porque aquele filho morreu.
Durante todo esse tempo ela o acompanhou em sua vida e agora ela ia acompanhá-lo em sua morte.
Lucas, que escreveu sobre aquele momento diz “...Estava saindo o enterro do filho único de uma viúva...”.
O que estava sendo carregado para o sepulcro naquele dia era muito mais do que seu filho, era seu protetor, seu provedor e sua linhagem.
Era tudo que ela tinha, e tudo que ela podia esperar que teria nesta vida.
Para quem observava a passagem daquele cortejo funeral, era um dia comum, um momento comum, um funeral comum.
Mas não ia ficar assim por muito tempo.
Lucas conta “Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: ‘Não chore’.”
Você diria isso para uma mãe que acabara de perder seu único filho?
- “Não chore.”
Você ousaria dizer estas palavras para um pai que acabara de perder sua família em um acidente?
Você teria coragem de ir a um cemitério e dizer às pessoas para não chorarem?
Creio que não.
E nem eu.
Mas, Jesus virou para o corpo daquele filho e disse “Jovem, eu lhe digo, levante-se!” O filho morto sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou à sua mãe.
Espere aí!
Morto não se senta e nem tampouco conversa com alguém.
Comum?
Pode apostar que não.
O incomum?
Ele se chama “Jesus”.
Temos um Jesus comum, mas que se faz incomum para chamar a sua atenção.
Não foi isso que ele fez no casamento na Galiléia?
Não foi isso que ele fez com a viúva de Naim?
E com Lázaro, com o cego de Jericó, com a mulher adúltera, com Pedro andando sobre as águas e o mais incomum de todas as coisas – no Calvário quando o único filho de Deus foi morto por sua própria criação.
Comum?
Não.
Jesus não foi comum quando se tratava de amor.
O amor dele é fora deste mundo.
É além da eternidade.
É mais poderoso que a própria morte.
E o que fazer quando o carpinteiro aparecer nas coisas que parecem comuns?
Sorria.
Pois, é em lugares assim, que um carpinteiro chamado Jesus gosta de aparecer.
de Carlos Eduardo Félix
A Ressurreição do filho da viuva de Naim (Lucas 7-11,17)

Fonte >>>>>>> Por uma vida melhor.

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4 de fev. de 2012

Propósito de Deus

Ele era um pastor e estava acostumado a aconselhar seus fiéis a manter a fé em épocas de dificuldades. “Deus sempre tem um plano. Confiem na vontade Dele.”
Um dia, após o culto, dirigindo-se para casa, percebeu que uma de suas vizinhas, uma senhora de 78 anos, estava envolvida em um acidente de carro.Parou para ajudar.
De repente, um carro em alta velocidade o colheu e o esmagou de encontro ao veículo da senhora mesma que ele socorria.Ele sentiu sua perna explodir em dor.
Ficou se contorcendo no asfalto até ser socorrido.A próxima cena que lhe ficaria na memória seria a do cirurgião colocando-lhe um papel entre as mãos e lhe pedindo para assinar. Era a autorização para amputar sua perna. Não havia outra solução.
Nos dias que se seguiram, as cirurgias haveriam de se suceder, num total de sete em dez dias. Uma grande tortura.
Era uma injustiça, dizia para si mesmo. Tudo por causa de um indivíduo que dirigia embriagado e ao qual o máximo que podia acontecer seria uns oito meses de prisão.
Quanto a ele, era um mapa de cicatrizes. Ele planejara se casar, ter filhos. Quem o amaria daquele jeito? Como algo tão terrível podia acontecer? Ele tinha um pouco mais de trinta anos e a princípio toda uma vida pela frente.
Quando se lamentava, palavras que ele sempre dizia aos seus fiéis lhe martelavam a mente: “Deus tem seus motivos. Mantenha sua fé.”
Ele foi manchete embora não desejasse: “pastor perde a perna ao salvar mulher em acidente de carro.”
Sua história emocionou muitas outras pessoas mas, em especial uma jovem que resolveu visitá-lo no próprio hospital.
“Li a reportagem”, disse ela, “e precisava lhe dizer o que a sua história fez por mim. Mudou meu ponto de vista sobre o que estou fazendo de minha vida e me alertou a reatar meu relacionamento com Deus.”
Enquanto ela falava, ele, pela primeira vez desde que adentrara o hospital, esquecera-se da própria dor. Perguntou-lhe se ela freqüentava alguma igreja e o diálogo prosseguiu.
Ele teve necessidade de se submeter à fisioterapia e reaprender a andar com uma perna artificial. Foram muitas quedas. De cada uma, ele se levantava mais forte. Menos de um ano depois casaram-se.
Enquanto feliz apertava a mão da esposa, o pastor lembrou-se das palavras do livro bíblico: “dois são melhores do que um. Se um deles cai, o outro poderá ajudá-lo. Mas pobre do homem que cai e não tem ninguém para ajudá-lo a se levantar.”
Ele tinha certeza agora, mais do que nunca, que os planos de Deus são infalíveis e que suas disposições são sempre corretas e justas.
O amor de Deus é infinito e igualmente Sua justiça. Ele nada faz que não tenha um objetivo definido, embora nem sempre o homem possa perceber de imediato.
Cabe-nos, no entanto, analisar tudo que nos sucede com bom senso, na certeza de que o aparente mal que nos atinge é sempre oportunidade de crescimento.

Fonte:Estudos Cristãos

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30 de jan. de 2012

É preciso que aprendamos a nos tornar impermeáveis


Por acaso você já observou o que acontece com os patos quando dão seus mergulhos na lagoa? Eles simplesmente não se molham. Suas penas são cobertas com uma camada de óleo, tornando a ave impermeável. Ele retira cuidadosamente o óleo, da glândula uropigial, com o bico e o espalha por todo o corpo. Se você lavar um pato com detergente, ele se afogará no primeiro mergulho. Mas o pato não é a única ave privilegiada com esta proteção. Praticamente metade das aves possuem a tal glândula.
Ao liderar pessoas difíceis é fundamental desenvolver um mecanismo de proteção parecido com o do pato. De alguma maneira, é preciso que fiquemos “impermeáveis”. O grande erro é deixar que o temperamento difícil de uma pessoa se torne referência para você e para todos ao redor.
Se alguém fala alto demais em seu ambiente de trabalho, não vai demorar muito para que todos comecem a se comunicar aos berros. Será a vitória do erro. É preciso que aprendamos a nos tornar um pouco surdos, mantendo um jeito sereno de falar. Impermeáveis. O silêncio falará mais alto que os gritos, e a serenidade será a referência determinante para aquele ambiente.
O problema é que, além de não sermos "patos", muitas vezes, nos comportamos como verdadeiras "esponjas".
Temos a trágica capacidade de absorver tudo. Se alguém vomita num lugar público, logo buscamos um balde d'água para limpar o lugar. Porque não fazemos o mesmo com as pessoas que vomitam mau humor, inveja e raiva?

Absorver estes sentimentos como uma esponja é tão asqueroso e prejudicial quanto absorver o vômito alheio.
Se pensássemos desta maneira, não ficaríamos com tanta facilidade nos remoendo em ressentimentos. Prestou atenção nesta palavra? Vou repetir "re-sentimento". É sentir de novo o que já fez mal da primeira vez. Recebemos uma ofensa, basta a dor uma vez só. Mas preferimos comentar sobre o fato ressentidamente com alguém, depois com outro e mais outro... Ao final do dia já "re-sentimos" a mesma dor várias vezes. Jogue um balde d'água nessa sujeira! O perdão é o melhor remédio. Seja pato.. não seja esponja.

(Artigo extraído do livro "Como liderar pessoas difíceis").

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28 de jan. de 2012

Sabedoria



O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro. Prov. 14:16.

Um jovem casado, assediado por muitas mulheres, recebeu o conselho sábio de seu patrão, um homem cristão e experiente: “Não dê atenção a essas damas.” O jovem respondeu com ironia: “Há muita sabedoria em números”, referindo-se ao livro bíblico de Números. “É possível”, disse o patrão, “mas, com certeza, há mais sabedoria no Êxodo.”

O provérbio de hoje apresenta uma advertência: Fuja do mal. Não complique a sua vida. Evite a tentação. O primeiro pecado do mundo aconteceu porque Eva achou que podia “administrar” a tentação. Sua segurança estava em conservar-se longe da árvore. Você conhece o fim da história.

Pessoas sábias jamais correm riscos desnecessários. Não querem saber quão perto podem chegar do precipício. O insensato rejeita os conselhos, encoleriza-se quando alguém tenta mostrar-lhe o perigo. Sente-se seguro e acha que nada tem a aprender.

Séculos atrás, o apóstolo Paulo estabeleceu um princípio de segurança espiritual. “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia.” I Cor. 10:12.

As grandes derrotas da vida não acontecem quando estamos em guarda. Mas quando, confiados em nossas vitórias passadas, achamos que estamos seguros e abaixamos a guarda.

Aconteceu com Belsazar, em Babilônia. Seu império parecia invencível. Seus inimigos estavam dominados e dedicou-se a viver em clima de festa. Foi uma noite de festa que se transformou em tragédia, porque o exército medo-persa invadiu e destruiu Babilônia.

Aconteceu com Golias. O que poderia fazer um garoto, com uma funda e cinco pedrinhas? Abaixou a guarda. Num segundo, o gigante jazia derrotado no chão.

Fuja do mal. Seja sábio. Pare hoje mesmo de brincar com o perigo. Não abaixe a guarda. Não sinta segurança nas suas próprias forças. Isso pode ser fatal.

Que Deus lhe dê um dia maravilhoso. E não se esqueça de que “o sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro”.

Alejandro Bullon

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27 de jan. de 2012

Devocional para seu Casamento: A missão da Submissão

Eu sei, eu sei, aqui está essa palavra outra vez: submissão. De­pois de ouvir essa palavra, algumas mulheres fazem cara feia, outras sorriem e outras parecem perplexas. Qualquer que seja a sua reação inicial, acho que você irá gostar desse artigo, que resume o que escreveu Curt Whalen, o marido de uma mulher que aprendeu uma valiosa lição sobre a submissão. Penso que as suas palavras to­carão o seu coração e possivelmente lhe darão uma nova perspectiva sobre o assunto.

Hoje em dia muitas mulheres desejam um lar centrado em Cristo. Mantêm a família envolvida em atividades da igreja, as famílias vão ao culto regularmente e passam algum tempo em oração com as crianças. Ainda assim, enquanto os corações de muitas mulheres anseiam pelo Senhor, seus maridos parecem indiferentes e distantes. Foi assim com a minha mulher, Marybeth. Para alguém de fora que examinasse as nossas vi­das, pareceria que eu era tão devotado a Cristo como ela. Infe­lizmente, isso não era verdade.

Houve uma época em que Deus, a igreja e o meu caminhar com Cristo não eram importantes. Eu freqüentava a igreja (às ve­zes) e nós tínhamos (ela tinha) amigos cristãos, mas eu não estava interessado em aproximar-me mais de Cristo. Orações diárias, es­tudos bíblicos e amizades cristãs íntimas não faziam parte dos meus planos. Minha mulher era a única que tentava levar nossa família à igreja. Organizava nossas atividades cristãs. Ajudava outras pessoas em necessidade. Mas eu não era seu parceiro nes­sas atividades. Na verdade, eu me ressentia pelo seu amor a Deus. Olhando para trás, consigo ver o sofrimento que lhe causei. Lembro-me de olhar nos olhos dela e ver a dor, a tristeza e a mágoa que causei.

Agora que estou tentando aproximar-me do Senhor, me pergunto quantas outras mulheres não terão tido os mesmos sentimentos. Quantas têm maridos tão devotados ao tra­balho que se afastam da vida familiar? Quantas mulheres têm maridos que passam o tempo absorvidos por qualquer coisa, exceto seus filhos? Quantas têm maridos que deixam o lar para procurar um relacionamento adúltero? Quantas mulheres tentam construir uma família cristã forte, embora se sintam derrotadas pela pessoa que supostamente deveria ser o seu parceiro espiritual?

Tenho ainda um longo caminho a percorrer para desenvolver a minha relação com Cristo e com a minha mulher, mas devagar, com o passar do tempo, sinto que a dureza que rodeava o meu coração começou a se derreter. Você pode estar se perguntando como pode acontecer algo assim. A mudança em minha vida co­meçou de uma maneira muito simples. Começou com uma oração. Em maio de 1996, minha mulher e eu levamos nossos filhos para passar duas semanas de férias na praia. Ela estava grávida, o parto previsto para o fim de ju­lho, e eu tentava dar-lhe algum tempo para relaxar e divertir-se antes da chegada do bebê. Durante essas fé­rias, ela estava lendo um livro devocional para mulheres, que a levou a orar por três assuntos específicos. Ela orou para que o meu coração se voltasse ao Senhor, para que a nossa família se tornasse uma família centrada em Cristo, e para que Deus comovesse o coração dela com as coisas que comoviam o dEle.

Nossa família passou por tremendos sofrimentos desde aquelas orações daquele verão. Mas ao longo desses tempos de dificuldades, comecei a sentir mudanças em mim mesmo. Senti um novo desejo de aprender mais sobre o Senhor. Comecei a buscar a Deus e quis aprender tudo o que pudesse a seu respei­to. Eu ansiava por Cristo, não apenas para preencher o meu coração, mas para modificá-lo. Agora parece tão óbvio, mas comecei a entender que nada é mais importante nesta vida que a minha relação pessoal com o Senhor, amando a minha espo­sa, sendo um bom pai para os meus filhos e ajudando outras pessoas em nossa igreja.

E tudo começou com a oração de uma mulher cujo coração ansiava que sua família seguisse a Cristo.

“Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso pró­prio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra, consi­derando a vossa vida casta, em temor” (l Pé 3.1,2).

Posso ver como este versículo era verdadeiro na vida cotidi­ana de Marybeth. Ela não tentou convencer-me a seguir a Cristo. Ela vivia isso. E ela orava por mim. Ela me ensinou sobre o amor e sobre a graça de Deus em ocasiões em que eu a magoava terri­velmente. Ela permaneceu ao meu lado nas épocas em que as pessoas lhe diziam que o seu casamento deveria terminar. E, o mais importante, continuou a orar por mim durante os bons e os maus momentos.

Para as esposas que lerem esta mensagem, e entenderem o sofrimento de que estou falando, por favor, encontrem aqui palavras de encorajamento. Deus lhe ama profundamente e entende o sofrimento do seu coração. Ele ama o seu marido. Ele ama cada pessoa pelo que realmente é, sem levar em conta erros ou peca­dos. Nosso Deus é o pai amoroso que todos os dias contempla o horizonte à espera do retorno do filho pródigo, para que possa correr em sua direção, abraçá-lo e levá-lo para casa. Deus ouvirá as suas orações. Ele anseia penetrar no coração de cada marido, exatamente como penetrou no meu.1

Quando li as palavras deste homem, o meu coração se derreteu. Quando seguimos o padrão de submissão de Deus, levamos o cora­ção de nosso marido a Deus. Leiamos o versículo outra vez: “Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo pro­cedimento de sua mulher seja ganho sem palavra, considerando a vossa vida casta, em temor” (l Pé 3.1,2). Ser submissa não significa ser um capacho nem permitir que o seu marido se aproveite de você.
A definição de Cynthia Heald é muito vivida: “Abaixe a sua ca­beça o suficiente para que Deus possa tocar o seu marido”. Quando lhe perguntei sobre submissão, Cynthia disse: “Durante uma época eu tentava fazer com que Jack fosse mais espiritual, e fizesse o que eu pensava que ele deveria fazer como o líder de nosso lar, e ficava real­mente frustrada porque ele não o estava fazendo. Um dia o Senhor me perguntou se eu estava disposta a desistir de Jack e deixá-lo livre. E eu disse: ‘Não, não estou. Ainda há algumas coisas que preciso fazer’”. Ela continuou dizendo: “Isso foi um pouquinho antes que eu quisesse dizer ‘Está certo, Deus, ele é todo seu’. Quando saí do cami­nho, Deus começou a fazer coisas incríveis na vida de Jack — mas não do meu modo ou conforme a minha programação”.2

Marybeth aprendeu que importunar Curt ou revoltar-se contra ele nunca ajudaria. Então, como Cynthia, ela voltou seus apelos ao Senhor. Lentamente, o Senhor modificou o coração de Curt e trans­formou um casamento que estava arruinado. Embora Marybeth fosse rápida em dizer que o seu comportamento não foi sempre puro e re­verente, e que as suas orações muitas vezes eram nada mais do que apelos de um coração partido, em prantos, ela sabia que somente Deus poderia modificar o seu marido. E afinal, Deus o fez.

Construindo o Seu Relacionamento – Seja submissa ao seu marido hoje. Abaixe a sua cabeça o suficiente para que Deus possa tocar o seu marido.

Pensamento Para o Dia – Uma mulher fará tudo o que puder para controlar um homem; mas mesmo que o consiga, ela não será feliz.

Fonte: Estudos Cristãos

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24 de jan. de 2012

Um pedaço de Bolo?

Essa é uma ótima mensagem pra ler e refletir....


A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, o namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade. Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente.
Abraçou a filha e levou-a a cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero. Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:
-Querida, quer um pedaço de bolo?
- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...
-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!
Assustada, a moça respondeu:
- Credo, mãe!
- Que tal então comer uns ovos crus, filha?
- Que nojo, Mãe!
- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?
- Mãe, isso não presta!
A Mãe então respondeu:
- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa... ...Elas fazem um bolo delicioso!
Deus trabalha do mesmo jeito.
Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabe que quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.
A gente só precisa confiar nEle e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico!
Deus é louco por você.
Ele te manda flores em todas as Primaveras...
...O nascer o Sol todas as manhãs...
... E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!
Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração! Dá uma chance pro Pai... Ele podia invadir teu coração, mais não... Ele fica paradinho na porta, batendo, esperando você abrir... Ele ti ama... Deixa-O entrar... Deixa?


Fonte : Flogão

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Onde foram parar nossas lágrimas?

Crescemos e ficamos assim, aprendemos a dizer que damos conta, que podemos nos levantar, que somos fortes e auto-suficientes.

O mundo nos pede isso a cada momento.

Esquecemos o que é estender a mão pra cima a espera de um apoio, um suporte.

Crescemos assim, amadurecemos assim e envelhecemos assim.

Mas em alguns momentos descobrimos que muitos são mãos amigas, nós mesmos as somos para quem amamos.

Aprendemos a dar apoio a aqueles que precisam.

Só que, a cada nascer do sol, menos são aqueles que sabem pedir ajuda. Qual a última vez que pedimos ajuda a um amigo ou chamamos nossa mãe? Quando foi a ultima vez que você chamou Deus, em um momento de dificuldade?

Vamos aprendendo a esconder nossas fraquezas, a esconder nossas verdadeiras fragilidades.

Esquecemos como é chorar no colo de quem amamos, deixamos pra trás o calor de um abraço e da voz confortante de quem confiamos, de um sorriso, do brilho do olhar, de um cafuné sem pressa.

Ao primeiro sinal de dificuldade ou de nossas depressões cotidianas somos compelidos a nos isolarmos, a fingir ao mundo que está tudo bem conosco.

Sofremos mais para parecermos fortes, e assim nos afogamos em nossas fraquezas.

Ser forte é assumir seu eu de peito aberto.

Ser forte é saber que suas lágrimas são tão importantes quanto seus sorrisos.

Afinal são as mesmas presentes nas maiores tristezas e maiores alegrias de nossas vidas.

Às vezes esquecemos que lágrimas só secam se forem choradas.

É Deus está aí pra secar nossas lágrimas...Pra nos abraçar nos momentos de carência... Pra nos dar colo quando todos estão distantes... Pra dar amor quando parece que não tem mais saída.

Mesmo que a sua vida pareça estar escura, lembre-se “o Deus que faz as cores de uma linda tarde de primavera é também o Deus que pinta o cinza de uma manha de inverno”...

“Quando me sinto fraco é ai que sou forte... Porque Deus me carrega nos braços...”



Fonte :Flogão

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17 de jan. de 2012

Oração da mulher cristã


Achei está oração da "Mulher Cristã " muito bonita.O interessante é que esta oração reuniu todas as grandes mulheres da revelação da ação de Deus na vida dos seres humanos,a Bíblia. Me senti no direito de compartilhar com vocês esta oração,principalmente para as mulhers de Deus.

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Compreendendo a Felicidade

- O que é a felicidade? É um estado de espírito? Ela é temporal ou atemporal?
Podemos encontrar inúmeras definições para essa palavra; mas com certeza, sempre ficarão lacunas.
Comumente, defini-se felicidade como: um estado afetivo ou emocional de sentir-se bem ou sentir prazer, associado a: bem estar, alegria, prazer sexual, contentamento, saúde, segurança, deleite, amor, etc.
Felicidade é geralmente correlacionada com a presença de eventos favoráveis (como uma promoção, um casamento, ganhar na loteria, etc) e ausência de problemas ou má sorte (como acidentes, ser demitido, divórcio, conflitos, etc).

Será que não existe ai uma grande confusão entre felicidade e alegria?

Apesar das mais variadas interpretações a cerca da felicidade, algo é certo e real; todos buscam a felicidade!












Vamos analisar alguns pontos acerca da felicidade, para que tenhamos discernimento a respeito dela.

- Felicidade: do grego "phelis", diz que uma pessoa é feliz quando possui o ar da graça, ou em total estado de euforia. Uma pessoa feliz é capaz de muitas coisas.
- Felicidade eufórica dentro de uma visão da ciência da psicologia, Phelis Xiddad Croniccus é uma doença que afeta pessoas que acham graça em tudo, possuem desvio de caráter e isso deve ser tratado por profissionais: psiquiatras.
- Felicidade para os romanos era uma divindade alegórica, representada na figura de uma rainha no seu trono, tendo em uma das mãos um caduceu (bastão em torno do qual se entrelaçam duas serpentes e cuja parte superior é adornada com asas) e na outra mão uma cornucópia (na mitologia era um vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele saíam em abundância e expressa um antigo símbolo da fertilidade e riqueza).
- Para Budah a felicidade acontece quando a pessoa enxerga seus defeitos e pode se transformar em algo melhor que ela queira. Toda vez que a pessoa reconhece um erro e se corrige, ela transforma a sua personalidade em algo melhor. E consequentemente está se afastando do que traz dor e vazio e juntamente com isso se aproximando da plenitude, da iluminação.
- No velho testamento um personagem bíblico de nome Jó, faz a seguinte referência: "Sobrevieram-me pavores; como vento perseguem a minha honra, e como nuvem passou a minha felicidade." (Jó 30:15) Na verdade Jó lamenta a sua situação de pobreza e de doenças, principalmente, a falta de proteção de Yavêh (Deus). Quando em sua mocidade vivia em plena abundância material, familiar e satisfação emocional.
- O apostolo Paulo era perseguido pelos judeus por expandir a fé cristã aos gentios, e mesmo assim estava feliz, veja o que ele diz diante de seus acusadores: "Tenho-me por feliz, ó rei Agripa, de que perante ti me haja hoje de defender de todas as coisas de que sou acusado pelos judeus;" (Atos 26:2)
- O salmista David também tem sua definição de felicidade, para ele ser feliz é estár debaixo da dependência de Deus: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e tudo lhe irá bem." (Salmos 128:1-2)

Porém, cada pessoa tem sua forma de ver a felicidade! Necessariamente, a felicidade não se resume a bens materiais ou a satisfações emotivas; não podemos conjugá-la, apenas, como a alegria de realizações de nossos desejos, muito menos a nossa resignação em favor dos outros, pois felicidade é também senso de justiça própria.

Felicidade é antes de tudo a relação de amor que mantemos com Deus; mas também a consciência das nossas limitações e a aceitação da nossa condição real.

Ser feliz é poder olhar para dentro de nós mesmos e nos sentir bem com quem nós verdadeiramente somos, é amar os nossos semelhantes com o mesmo amor que gostaríamos de ser amado; é ter discernimento da nossa responsabilidade na construção de um mundo melhor e mais justo para todos; é a certeza de estarmos sempre aptos e encorajados a ajudar aos necessitados; é manter acesa a chama da esperança e da fé diante do niilismo que nos envolve; é se sentir confiante ao expressar uma vida verdadeira e transparente; é gerar nos outros esperança e bem estar; é saber que pode se doar sem pedir nada em troca; é ter segurança diante das adversidades; é irradiar a luz de Deus para que possa dirigir os caminhos daqueles que se encontram perdidos; é antes de tudo, estar debaixo da graça e do amor de Deus.

Fonte: http://www.paralerepensar.com.br


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Minha família : Eu e minha casa serviremos ao Senhor

Minha família : Eu e minha casa serviremos ao Senhor
"Os que vencem não são aqueles que ajuntam maior números de bens.São os que amaram a família e conheceram a alegria de ver esse amor ser retribuído. São aqueles que souberam o que significa dedicar a vida a um propósito maior do que a si mesmo. São os que conheceram a Deus e esperam ansiosamente pela eternidade com Ele."

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Que tal combatermos a violência ao animal?

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Nosso único adorador :

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Caraguatatuba - Litoral Norte Paulista

Caraguatatuba - Litoral Norte Paulista
Caraguá é do Senhor Jesus!


Reflita nisso...

"Você mesmo, em sua própria consciência, precisa sentir o próprio Cristo.
Você precisa ter convicção de que é a Palavra de Deus, mesmo que todo o mundo discorde.
E, enquanto você não possuir este sentimento, certamente não terá ainda provado a Palavra de Deus."
Martinho Lutero


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