29 de nov de 2009

Sexualidade: Um dom do Criador!



Embora a palavra sexo não apareça na Bíblia, a linguagem descreve o plano de Deus para o comportamento sexual humano, inclusive para a geração de uma descendência e para o prazer sexual no casamento. O sexo foi planejado pelo Criador como presente especial, que permite ao marido e à esposa expressarem sua unidade em amor íntimo e exclusivo e compartilhar do Plano dele para a procriação. Os impulsos sexuais são dados por Deus como meio de atingir o êxtage natural mais elevado que o copo humano pode exprerimentar.

Eles são destrutivos aénas quando estão fora do controle ou quando são mal utilizados.
Existem passagens que valorizam o sexo e que selebram com alegria ( Gn.18.12; 26.8 Ct. 4:1-16); outras recomendam abstinência da atividade sexual (Êx.19.15; 1Sm 21.4-5). Os desvios sexuais são claramente condenados: Homossexualismo (Lv. 18.22; Rm 1.26-27; 1Co 6.9-10); bestialidade(Êx 20.19; Lv 18.23); incesto (Lv 18.6-18; 1Co 5.1-13); estupro (Dt 22.23-29); prostitução(Pv. 7.1-27: 29.3). Qualquer relacionamento sexual íntimo fora dos limites de fidelidade impostos pelo pacto de casamento monogâmico é considerado como imoralidade sexual(Êx.20-14; Dt. 22.22; 1Co 6.9-10). A alternativa é o dom do celibato(Mt 19.12; 1Co 7.7). Os cristãos devem exercitar o domínio próprio para superar os impulsos sexuais inadequados, não pelo ascetismo(Gl 5.16-25; 1Tm 4.1-5), mas pelo poder do Espirito Santo.

Alguns fatos a respeito de sexo devem ser lembrados:

1. O sexo é dadiva de Deus (Gn 2.18). Satanás nada pode oferecer à sexualidade senão distorção e vazio. A discussão franca sobre seo não é errada em si mesma, mas se torna errada quando essas discuções se dão fora do contexto devidamente determinado.
2. O sexo entre homem e mulher é diferente do sexo entre animais (Gn 2.19-20). A sexualidade humana tem umpropósito específico além da procriação.
3. A relação sexual é uma união total e, portanto, poderosa e misteriosa (Gn 2.21-23). Deus fez dois de um, e os dois não estão completos enquanto não estiverem reunidos. (A exceção a esse conceito seria quando Deus concede o dom do celibato).
4. O sexo é regulamentado e intencional (Gn 2.24-25). Deus mesmo estabeleceu os limites (Mt. 19.4-6). Qualquer coisa aquém desse compromisso total e exclusivo entre marido e esposa é frustadaente destrutivo.
5. Deus aprova os relacionamentos em que o marido e a esposa atendem suas necessidades físicas no relacionamento sexual (Pv 5.15,18-19). Tanto o marido como a esposa têm necessidades sexuais que devem ser atendidas no casamento (1Co 7.3), e cada um deve atender as necessidades do outro não as próprias.
Os objetivos da intimidade sexual são os seguintes:

Conhecimento (Gn 4.1)
União (Gn 2.24)
Consolo (Gn 24.67)
Procriação (Gn 1.28)
Relaxamento e diversão (Ct. 2.8-17; 4.21-16)
Defesa contra a tentação (1Co 7.2-5)
Ao marido é ordenado que encontre satisfação (Pv 5.19) e alegria (Ec 9.9) com a sua esposa e que se preocupe em atender suas necessidades exclusivas (Dt 24.5; 1Pe 3.7). A esposa é responsável pela disponibilidade (1Co 7.3-5), preparação e planejamento (Ct 4.9), interesse (Ct 5.2) e sensibilidade às singulares necesidades masculinas Gn 4.67).

Fonte Bíblia da Mulher pagina 853

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